T.M. do Rio de Janeiro
Maestro João Carlos Martins e Marcelo Tienes
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Construção de um Piano modelo armário parte 01
Apartir de hoje vou postar a construção de um piano modelo armário com fotos tirada por mim na fábrica de pianos Fritz Dobbert cada dia uma faze da construção.
Entrada da fábrica, ninguem imagina que atraz desta porta se fabrica cerca de 10 pianos por dia
Toras de pinho do para materia prima principal e onde tudo começa
as toras poassan por este setor que tem uma serra para fazer os cortes mais usados no pioano o gabarito está dolado proximo a parede
depois as peças vem para a estufa secar de modo controlado para um bom secamento sem romper as fibras da madeira leva dias e dias secando...
Entrada da fábrica, ninguem imagina que atraz desta porta se fabrica cerca de 10 pianos por dia
Toras de pinho do para materia prima principal e onde tudo começa
as toras poassan por este setor que tem uma serra para fazer os cortes mais usados no pioano o gabarito está dolado proximo a parede
depois as peças vem para a estufa secar de modo controlado para um bom secamento sem romper as fibras da madeira leva dias e dias secando...
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Curso KAWAI 2
Master Piano Technician da Kawai Sr.Takanori Otake e eu
Grupo de tecnicos afinadores
Meu Certificado.
Grupo de tecnicos afinadores
Meu Certificado.
domingo, 24 de outubro de 2010
curso
Estou indo para São Paulo fazer um curso de especialização em pianos KAWAI a convite da fabrica de pianos FRITZ DOBBERT onde tambem fiz um curso de especialização técnica e afinação.
A afinação de um piano
«Os afinadores de piano não afinam; desafinam (temperam) de uma maneira controlada»
Não é possível num instrumento com teclado ou com trastos obter quintas, terças e oitavas todas «justas» no sentido físico do termo, ou seja, perfeitamente consonantes. Em outras palavras, se afinarmos todas as quintas sem batimento, haverá batimentos para a oitava. E as terças não serão justas. Para chegar a oitavas perfeitas, o afinador tem que encurtar uma ou mais quintas. O temperamento de uma escala é exatamente o ajuste dos intervalos entre as notas, afastando-os do seu valor natural «harmônico», para fazer com que os intervalos caibam numa oitava.No sistema de temperamento igual, que é o adotado atualmente no ocidente, os intervalos de quinta, terça e quarta não são perfeitamente consonantes. Mas o seu batimento é bem suportável e o ouvido contemporâneo já se habituou a ele. Só as oitavas são perfeitas. As quartas aumentadas (ou quintas diminutas) ainda que não sejam consonantes, também tem seu valor harmônico exato...
Não é possível num instrumento com teclado ou com trastos obter quintas, terças e oitavas todas «justas» no sentido físico do termo, ou seja, perfeitamente consonantes. Em outras palavras, se afinarmos todas as quintas sem batimento, haverá batimentos para a oitava. E as terças não serão justas. Para chegar a oitavas perfeitas, o afinador tem que encurtar uma ou mais quintas. O temperamento de uma escala é exatamente o ajuste dos intervalos entre as notas, afastando-os do seu valor natural «harmônico», para fazer com que os intervalos caibam numa oitava.No sistema de temperamento igual, que é o adotado atualmente no ocidente, os intervalos de quinta, terça e quarta não são perfeitamente consonantes. Mas o seu batimento é bem suportável e o ouvido contemporâneo já se habituou a ele. Só as oitavas são perfeitas. As quartas aumentadas (ou quintas diminutas) ainda que não sejam consonantes, também tem seu valor harmônico exato...
O Piano
É um instrumento musical classificado como istrumento de teclado de cordas percurtidas.
Teve sua primeira referência publicada em 1711, no "Giornale dei Litterati d'Italia" por motivo de sua apresentação em Florença pelo seu inventor Bartolomeu Cristofori.
A partir desse momento sucedem-se uma série de aperfeiçoamentos até chegar ao piano atual. A essência da nova invenção, residia na possibilidade de dar diferentes intensidade aos sons e por isso recebeu o nome de "piano-forte" (que vai do pianíssimo aofortíssimo) e mais tarde, reduzido apenas para piano. Tais possiblidades de matizes sonoras acabou por orientar a preferência dos compositores face ao clavicembalo.
Teve sua primeira referência publicada em 1711, no "Giornale dei Litterati d'Italia" por motivo de sua apresentação em Florença pelo seu inventor Bartolomeu Cristofori.
A partir desse momento sucedem-se uma série de aperfeiçoamentos até chegar ao piano atual. A essência da nova invenção, residia na possibilidade de dar diferentes intensidade aos sons e por isso recebeu o nome de "piano-forte" (que vai do pianíssimo aofortíssimo) e mais tarde, reduzido apenas para piano. Tais possiblidades de matizes sonoras acabou por orientar a preferência dos compositores face ao clavicembalo.
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